Hje abraçei o mar como a muito tempo nao fazia ..
Deitei-me e deixei-me ser levada pelas ondas, como que embalada na voz de uma sereia..
Voltei a por os pés naquela areia quentinha que já tinha saudades
e na areia molhada escrevi o que escrevia todos os dias no Verão (AMO-TE!)
Do nada caí, tropecei num grão de areia chamado saudade e num outro, seu vizinho chamado estupidez..
Saudade de como tudo era antes , perfeito posso dizer, estupidez por querer que isso volte e lute por isso msmo sabendo que não volta #
Mas ergui-me , voltei a luta e olhei ao redor, vi biliões de grãos de areia a minha volta e pensei , nunca vou conseguir.. Mas observei o mar.. que se afasta mas volta sempre para o pé do que mais necessita, do que o completa, a areia, e fiz uma avaliação da situação, em que cheguei a conclusao que era eu e tu, eu o mar ansioso para te abraçar, te envolver e tu a areia que esperas que seja eu a fazer tudo .. e percebi que esta união mística, sagrada nos levava a um "cliché" a areia pode sobreviver sem o mar tal como eu posso sobreviver sem ti mas se um deles não existisse que piada tinha a viagem ? ;)
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